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Categoria: Blog

15 de março de 2019

O conceito de check-up clínico é amplamente conhecido, principalmente o cardíaco, de próstata, mamas e colonoscopia. No entanto, entre essa rotina médica, existe um tipo que não recebe a devida atenção: o check-up cerebral. Tão importante quanto os exames que verificam a saúde do coração e de outros órgãos, a bateria de procedimentos voltados para o cérebro são essenciais para prevenir e impedir o desenvolvimento de graves doenças mentais.

Tipos de exames para check-up cerebral

O check-up cerebral é constituído de exame neuropsicológico para aferição do aparato cognitivo, exame funcional com o qual se verificam marcadores neurofisiológicos, assim como o predomínio de ondas cerebrais e, se necessário, exames laboratoriais para a verificação de marcadores biológicos importantes para o cérebro e de imagem com a finalidade de verificar a estrutura do cérebro.

1º etapa: acompanhamento neuropsicológico

Na primeira etapa, o paciente recebe o acompanhamento de um neuropsicólogo com o qual fará uma anamnese e testes para avaliar os níveis de ansiedade e depressão.

2º etapa: testes cognitivos

Avaliação Neuropsicológica: um diagnóstico único para cada paciente

8 de março de 2019
Avaliação Neuropsicológica: um diagnóstico único para cada paciente

A avaliação neuropsicológica, também conhecida como avaliação cognitiva, é uma forma de diagnóstico criada para explorar o funcionamento cognitivo das pessoas. A série de exames inclusos nessa prática trazem informações importantes que, muitas vezes, passam despercebidas em outros procedimentos. Dessa forma, esse tipo de avaliação é amplamente utilizado de maneira complementar às técnicas de neuroimagem ou exames radiológicos. A principal vantagem da avaliação neuropsicológica é o fato dela permitir a exploração das capacidades humanas superiores, sendo utilizado em pacientes com danos ou lesões cerebrais – especialmente para identificar o grau de alteração intelectual em um paciente ou em pessoas que desejam atestar o próprio funcionamento mental durante fases da vida.

A importância da avaliação cognitiva

Como não existem dois pacientes iguais, a análise de cada um precisa ser personalizada. Portanto, a avaliação cognitiva é flexível e se adequa para cada caso clínico. O principal objetivo dos testes cognitivos é conhecer, detalhadamente, o re

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25 de fevereiro de 2019
Transtorno de Estresse Pós-Traumático e a Depressão

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio de ansiedade caracterizado por uma série de sintomas físicos, psíquicos e emocionais. O quadro se desenvolve após a pessoa ter sido vítima ou testemunha de atos traumáticos (na maioria dos casos, violentos) que representaram ameaça à sua vida ou de terceiros. Sem o devido apoio profissional é possível que o TEPT se transforme em uma depressão. VEJA TAMBÉM: SÍNDROME DO PÂNICO: O TRANSTORNO DE ANSIEDADE QUE DESPERTA CRISES DE MEDO

Revivendo o terror constantemente

A pessoa que sofre com o Transtorno de Estresse Pós-Traumático revive, diariamente, o trauma que causou o transtorno. Ou seja: é como se passasse pela situação outra vez, sentindo a mesma sensação de dor e sofrimento que testemunhou na primeira ocasião. Conhecida como revivescência, essa lembrança provoca alterações neurofisiológicas e mentais. Os sintomas podem se manifestar em qualquer pessoa, independentemente da idade, que já tenha passado por alguma situação traumática. Um exemplo de fácil entendimento são os veteranos de guerra. Para esses indivíduos, os seguintes sinais são manifestados:

  • Reexperiência traumática: pesadelos e memórias involuntárias

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21 de fevereiro de 2019
Síndrome do Pânico: o transtorno de ansiedade que desperta crises de medo

A síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade que provoca ataques recorrentes de medo irracional e intenso. Essa síndrome precisa de tratamento, pois quando agravada, pode trazer doenças mais graves para a pessoa, como o surgimento de uma depressão. As causas relacionadas ao transtorno ainda são desconhecidas, o que está definido é que ele atinge ambos os sexos (sendo mais comum em mulheres) e os sintomas começam a se manifestar antes dos 25 anos. Uma das principais complicações da síndrome do pânico é a sua imprevisibilidade, pois as crises podem ocorrer sem nenhum motivo que as justifiquem. VEJA TAMBÉM: Como a arte pode ajudar na luta contra a depressão

O medo de sentir medo é um dos sintomas do transtorno

Os ataques de pânico oriundos da síndrome acontecem sem aviso prévio, em qualquer período do dia e qualquer situação. Por exemplo, é possível uma crise durante o trânsito, uma reunião de trabalho, ou até mesmo em situações menos estressantes, como passeios ou em uma noite de sono. O pico dos ataques dura, normalmente, entre 10 a 20 minutos, mas esse tempo pode variar de acordo com a pessoa e a intensidade da crise. O ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco, portanto é importante

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11 de fevereiro de 2019
Esquizofrenia: o complexo transtorno psicótico que exige tratamento para a vida toda

A esquizofrenia é uma doença cerebral crônica e rara (afetando 1% da população mundial) que se manifesta entre os 15 e 35 anos. Esse transtorno psicótico tem predominância no sexo masculino e nem sempre é detectada em seus estágios iniciais. A doença é complexa, pois existem os “sintomas precoces” que podem surgir meses ou anos antes dela se desenvolver. Isso dificulta o seu diagnóstico, pois muitos de seus sinais são similares aos da depressão. VEJA TAMBÉM: DEPRESSÃO SAZONAL: O TRANSTORNO DEPRESSIVO RELACIONADO ÀS ESTAÇÕES DO ANO

As peculiaridades da esquizofrenia

Existem seis tipos de esquizofrenias:

  • Esquizofrenia simples: o primeiro tipo é a simples. Nela, o paciente apresenta sensíveis mudanças na personalidade, preferindo ficar isolado e inibindo seu convívio social. Além disso, ele fica disperso aos acontecimentos do cotidiano e com traços de apatia;
  • Esquizofrenia paranóide: além de apresentar o isolamento social, o tipo par

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4 de fevereiro de 2019
Como a arte pode ajudar na luta contra a depressão

A depressão é uma doença complexa que apresenta muitas nuances. Por causa dessas peculiaridades, o tratamento para o quadro depressivo exige bastante esforço do paciente, de seu ciclo de convivência e dos profissionais de saúde envolvidos. Nas últimas décadas, o número de pesquisas e estudos analisando os impactos positivos da arte na luta contra a depressão ganharam destaque. Para os especialistas, mesmo que a arte em si não seja capaz de curar a doença, ela é uma importante aliada para superar tal adversidade. VEJA TAMBÉM: DISTIMIA: A “DEPRESSÃO MENOS GRAVE” TAMBÉM EXIGE TRATAMENTO

Para enfrentar a depressão, é preciso se expressar

A arte é uma das melhores formas de expressar uma emoção – seja ela medo, angústia, melancolia – sem usar palavras. Em muitos casos de depressão, um dos principais desafios do paciente é transformar seus pensamentos em fala. Dessa forma, ao explorar o potencial terapêutico da manifestação artística, descobre-se uma nova abordagem para o tratamento da depressão. Além disso, ao utilizar a arte como uma forma de terapia, é possível estimular o autoconhecimento no paciente – ponto essencial para

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