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25 de outubro de 2018

Ao falarmos de depressão, falamos dos sintomas que caracterizam o aparecimento da patologia e como definir de qual tipo o paciente possui, o que interfere diretamente no tratamento a ser utilizado. Naquilo que envolve a depressão, um dos fatores que quase ninguém percebe, mas faz diferença no aspecto depressivo é como você está se alimentando. Sim, a alimentação pode ajudar no combate aos sintomas da depressão. É comum encontrarmos nos casos existentes a sensação da falta de humor e de disposição, onde o paciente perde a vontade de viver. Além disso, pode conviver com dores no corpo. Na depressão, o cérebro diminui consideravelmente a produção de serotonina, neurotransmissor que dá a sensação de bem-estar, regula o humor do indivíduo e dá a sensação de saciedade. A produção deste neurotransmissor passa por uma alimentação mais balanceada, com alimentos ricos em vitaminas e sais minerais que ajudam a estimular a serotonina, elevando o bom humor. Alguns estudos afirmam que uma dieta mais controlada diminui em 50% os casos de depressão. Importante frisar que, em nenhum momento, a nova dieta deve substituir o tratamento da doença, com a medicação e a terapia. Conheça ag

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18 de outubro de 2018

Sabemos que mexer com a depressão demanda muito cuidado e sensibilidade para não afetar o paciente e deixá-lo mais suscetível a evoluir em quadros mais graves e traumáticos. Para cada tipo de depressão, existe um tratamento específico e determinado pelo psicólogo, o personagem principal deste artigo.   Mais do que um profissional, ele precisa ser o seu melhor amigo para passar por essa fase com confiança de que as coisas irão melhorar. Entenda o quão importante é o papel do psicólogo ao te ajudar durante o tratamento contra os efeitos da depressão.  

O melhor amigo contra a depressão: o psicólogo

  Muito pode ser dito que o papel do psicólogo é apenas ficar sentado ao lado do divã, ouvindo as suas necessidades e apenas anotando o seu relato e prestando os seus conselhos, ditos como “manjados”. O que é um engano total de quem pensa isso. O profissional funciona como confidente seu, onde você pode contar todos os seus segredos, seus medos, dificuldades, anseios e as expectativas de vida escondidas dentro da alma. Além disso, o psicólogo funciona como auxiliador no momento do de

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4 de outubro de 2018

Muito se fala sobre a relação entre depressão e suicídio em uma sociedade cada vez mais carente e que está ficando doente com o mal do século XXI. Os números trazem um cenário preocupante. Mais de 320 milhões de pessoas sofrem com o problema em todo mundo, quase 20% a mais do que nos últimos dez anos, representando 4,4% de toda a população do planeta. Não foi contado a quantidade de pessoas quem tem a depressão, mas não recorreram a um tratamento para tal. Só no Brasil, cerca de 5,8%, ou quase 12 milhões de habitantes, o tamanho de uma cidade como São Paulo, sofrem de depressão. E dentro destes dados, só no mundo, cerca de 800 mil mortes por ano são por suicídio, principalmente entre jovens de 15 a 29 anos, sendo a segunda principal causa de mortes nesta faixa etária. Talvez a pergunta mesmo deva ser: a depressão leva ao suicídio? A resposta é: por mais que possam parecer que sejam iguais, isso não quer dizer que um leva ao outro. Vamos explicar agora o porquê disso e os indícios que possuem em comum.  

Indícios em comum

  Para entendermos a relação entre um e outro, devemos primeiro identificar quais os indícios de um e de outro. Vamos começar p

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25 de setembro de 2018
Setembro Amarelo_suicidio e depressão

Independente de classe social, cor ou qualquer outra variável, muitos psicólogos acreditam que o que mata não é o suicídio em si, mas às vezes a depressão que o motiva. Dar um fim a própria vida geralmente é uma tentativa de acabar com o sofrimento, a agonia sentida e a falta de perspectiva e esperança. Ou seja, cometer o suicídio nem sempre significa que a pessoa queira de fato morrer, mas apenas matar uma parte dela que lhe causa o sofrimento. É como se a morte passasse a ser uma opção mais interessante que a vida, e a depressão acabasse dando um “empurrãozinho”. O comportamento suicida normalmente é desencadeado por uma doença psicológica não tratada, que pode estar relacionada, por exemplo, a um caso da depressão severa, uma síndrome do estresse pós-traumático ou até mesmo pela esquizofrenia. Por isso é tão importante haver iniciativas como a do “Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio”, celebrado no dia 10 de setembro, e que mobiliza muitas cidades do Brasil a discutir o assunto, encará-lo com uma realidade e buscar fo

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7 de setembro de 2018

O IMPI promoverá sua primeira semana de Saúde Mental de 24 a 28 de setembro em seu auditório. A semana será composta de palestras e mesas redondas gratuitas sobre os temas: Depressão, ansiedade, suicídio, diagnósticos e tratamentos. Para participar basta baixar o aplicativo do IMPI, escolher a palestra ou mesa redonda e fazer sua inscrição. Participe!  

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28 de agosto de 2018

Quem nunca sentiu medo, alegria, saudade, coragem ou dor? As emoções fazem parte da vida e lidar com elas também. Com a tristeza e o sofrimento não é diferente. Por mais sofrida e delicada que seja a situação, depois que a sensação de “luto” passa, às vezes com a ajuda de um especialista, algumas lições geralmente são aprendidas e a vida volta a fluir lentamente. Ou seja, a pessoa passa a retomar gradativamente a sua rotina, a sair, mesmo que pareça estar se forçando um pouco mais no início, e quando se dá conta, a sua vida é retomada e tudo volta a fazer sentido. O problema pode se tornar patológico quando esse tipo de situação passa de um ano e a pessoa se entrega àquela sensação paralisante do início, de forma ininterrupta e com sentimentos oscilantes, que pioram no decorrer desse tempo e a impedem de viver o presente, com todas as suas adversidades corriqueiras. Esses sintomas podem estar ligados a uma depressão e precisam ser tratados para que não se torne algo mais grave. Mas como diferenciar um sentimento (tristeza) de uma doença (depressão)?

Tristeza x Depressão

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a partir de 2020 a depressão será uma das principais causas de abse

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