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25 de fevereiro de 2019
Transtorno de Estresse Pós-Traumático e a Depressão

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio de ansiedade caracterizado por uma série de sintomas físicos, psíquicos e emocionais. O quadro se desenvolve após a pessoa ter sido vítima ou testemunha de atos traumáticos (na maioria dos casos, violentos) que representaram ameaça à sua vida ou de terceiros. Sem o devido apoio profissional é possível que o TEPT se transforme em uma depressão. VEJA TAMBÉM: SÍNDROME DO PÂNICO: O TRANSTORNO DE ANSIEDADE QUE DESPERTA CRISES DE MEDO

Revivendo o terror constantemente

A pessoa que sofre com o Transtorno de Estresse Pós-Traumático revive, diariamente, o trauma que causou o transtorno. Ou seja: é como se passasse pela situação outra vez, sentindo a mesma sensação de dor e sofrimento que testemunhou na primeira ocasião. Conhecida como revivescência, essa lembrança provoca alterações neurofisiológicas e mentais. Os sintomas podem se manifestar em qualquer pessoa, independentemente da idade, que já tenha passado por alguma situação traumática. Um exemplo de fácil entendimento são os veteranos de guerra. Para esses indivíduos, os seguintes sinais são manifestados:

  • Reexperiência traumática: pesadelos e memórias involuntárias

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21 de fevereiro de 2019
Síndrome do Pânico: o transtorno de ansiedade que desperta crises de medo

A síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade que provoca ataques recorrentes de medo irracional e intenso. Essa síndrome precisa de tratamento, pois quando agravada, pode trazer doenças mais graves para a pessoa, como o surgimento de uma depressão. As causas relacionadas ao transtorno ainda são desconhecidas, o que está definido é que ele atinge ambos os sexos (sendo mais comum em mulheres) e os sintomas começam a se manifestar antes dos 25 anos. Uma das principais complicações da síndrome do pânico é a sua imprevisibilidade, pois as crises podem ocorrer sem nenhum motivo que as justifiquem. VEJA TAMBÉM: Como a arte pode ajudar na luta contra a depressão

O medo de sentir medo é um dos sintomas do transtorno

Os ataques de pânico oriundos da síndrome acontecem sem aviso prévio, em qualquer período do dia e qualquer situação. Por exemplo, é possível uma crise durante o trânsito, uma reunião de trabalho, ou até mesmo em situações menos estressantes, como passeios ou em uma noite de sono. O pico dos ataques dura, normalmente, entre 10 a 20 minutos, mas esse tempo pode variar de acordo com a pessoa e a intensidade da crise. O ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco, portanto é importante

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11 de fevereiro de 2019
Esquizofrenia: o complexo transtorno psicótico que exige tratamento para a vida toda

A esquizofrenia é uma doença cerebral crônica e rara (afetando 1% da população mundial) que se manifesta entre os 15 e 35 anos. Esse transtorno psicótico tem predominância no sexo masculino e nem sempre é detectada em seus estágios iniciais. A doença é complexa, pois existem os “sintomas precoces” que podem surgir meses ou anos antes dela se desenvolver. Isso dificulta o seu diagnóstico, pois muitos de seus sinais são similares aos da depressão. VEJA TAMBÉM: DEPRESSÃO SAZONAL: O TRANSTORNO DEPRESSIVO RELACIONADO ÀS ESTAÇÕES DO ANO

As peculiaridades da esquizofrenia

Existem seis tipos de esquizofrenias:

  • Esquizofrenia simples: o primeiro tipo é a simples. Nela, o paciente apresenta sensíveis mudanças na personalidade, preferindo ficar isolado e inibindo seu convívio social. Além disso, ele fica disperso aos acontecimentos do cotidiano e com traços de apatia;
  • Esquizofrenia paranóide: além de apresentar o isolamento social, o tipo par

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4 de fevereiro de 2019
Como a arte pode ajudar na luta contra a depressão

A depressão é uma doença complexa que apresenta muitas nuances. Por causa dessas peculiaridades, o tratamento para o quadro depressivo exige bastante esforço do paciente, de seu ciclo de convivência e dos profissionais de saúde envolvidos. Nas últimas décadas, o número de pesquisas e estudos analisando os impactos positivos da arte na luta contra a depressão ganharam destaque. Para os especialistas, mesmo que a arte em si não seja capaz de curar a doença, ela é uma importante aliada para superar tal adversidade. VEJA TAMBÉM: DISTIMIA: A “DEPRESSÃO MENOS GRAVE” TAMBÉM EXIGE TRATAMENTO

Para enfrentar a depressão, é preciso se expressar

A arte é uma das melhores formas de expressar uma emoção – seja ela medo, angústia, melancolia – sem usar palavras. Em muitos casos de depressão, um dos principais desafios do paciente é transformar seus pensamentos em fala. Dessa forma, ao explorar o potencial terapêutico da manifestação artística, descobre-se uma nova abordagem para o tratamento da depressão. Além disso, ao utilizar a arte como uma forma de terapia, é possível estimular o autoconhecimento no paciente – ponto essencial para

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29 de janeiro de 2019
Distimia: a “depressão menos grave” também exige tratamento

Os diversos transtornos depressivos existentes ainda despertam dúvidas e inseguranças nos pacientes e profissionais da área saúde. Além da depressão tradicional, um transtorno tem chamado atenção por apresentar sintomas semelhantes à condição depressiva: a distimia, também chamada de Transtorno Depressivo Persistente, um tipo de depressão crônica. Os principais sinais da distimia são mau humor frequente; desânimo para tarefas que antes eram prazerosas; insônia e falta de apetite. Como a depressão, esse transtorno provoca sentimentos contínuos de profunda tristeza e desesperança. VEJA TAMBÉM: DEPRESSÃO SAZONAL: O TRANSTORNO DEPRESSIVO RELACIONADO ÀS ESTAÇÕES DO ANO

Distimia x Depressão

Justamente pelas semelhanças entre os sintomas, é possível haver confusão sobre qual condição aflige o paciente. Se por um lado os sinais são parecidos, a divergência está na intensidade e na duração de cada doença. No caso dos distímicos, por exemplo, o período de manifestação dos sintomas é maior e seus efeitos mais brandos. A diferença na intensidade dos sintomas permite ao distímico seguir com suas atividades diárias, porém, a qualidade de vida fica comprometida devido ao forte sentimento de t

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23 de janeiro de 2019
Depressão Sazonal: o transtorno depressivo relacionado às estações do ano

A depressão é uma doença repleta de peculiaridades, sendo considerada uma das mais perigosas do século XXI. O quadro depressivo é complexo e apresenta diferentes tipos. Para ilustrar: dificilmente alguém imaginaria que as estações do ano poderiam desencadear um transtorno psicológico, mas isso é possível. A depressão sazonal, também conhecida como Transtorno Afetivo Sazonal, é um transtorno que acomete as pessoas principalmente durante o inverno ou outono. Normalmente, dias chuvosos, frios e cinzas causam desânimo em muitas pessoas. No entanto, quando essa sensação persiste e se repete durante os mesmos períodos, a depressão sazonal é caracterizada. VEJA TAMBÉM: SÍNDROME DE BURNOUT: O ESGOTAMENTO PROFISSIONAL QUE CAUSA DEPRESSÃO 

Os hormônios podem causar a depressão sazonal

A causa por trás do Transtorno Afetivo Sazonal ainda é incerta, mas especialistas entendem que hormônios específicos podem ser gatilhos para o desenvolvimento dessa condição

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