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Distimia: a “depressão menos grave” também exige tratamento

29 de janeiro de 2019
Distimia: a “depressão menos grave” também exige tratamento

Os diversos transtornos depressivos existentes ainda despertam dúvidas e inseguranças nos pacientes e profissionais da área saúde. Além da depressão tradicional, um transtorno tem chamado atenção por apresentar sintomas semelhantes à condição depressiva: a distimia, também chamada de Transtorno Depressivo Persistente, um tipo de depressão crônica.

Os principais sinais da distimia são mau humor frequente; desânimo para tarefas que antes eram prazerosas; insônia e falta de apetite. Como a depressão, esse transtorno provoca sentimentos contínuos de profunda tristeza e desesperança.

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Distimia x Depressão

Justamente pelas semelhanças entre os sintomas, é possível haver confusão sobre qual condição aflige o paciente. Se por um lado os sinais são parecidos, a divergência está na intensidade e na duração de cada doença. No caso dos distímicos, por exemplo, o período de manifestação dos sintomas é maior e seus efeitos mais brandos.

A diferença na intensidade dos sintomas permite ao distímico seguir com suas atividades diárias, porém, a qualidade de vida fica comprometida devido ao forte sentimento de tristeza.

Por isso, é importante reforçar que a distimia, mesmo sendo uma forma menos agressiva de depressão, exige tratamento. Afinal, o transtorno pode se desenvolver e configurar um quadro depressivo de fato.

Entenda o cotidiano de um distímico

Recorrentemente, o paciente que sofre de distimia é visto como uma pessoa “chata”, principalmente quando não há confirmação do quadro. Como dissemos acima, o transtorno não impede o exercício das rotinas diárias, no entanto, ele bloqueia o interesse em uma série de atividades.

Dessa forma, o distímico não demonstra interesse ou prazer em executar coisas consideradas empolgantes ou realizadoras. Em outras palavras, esse paciente se mostra apático, sem vibração, sério e taciturno. E o pior: ele pode sofrer de distimia por muitos anos sem que haja suspeita da condição distímica.

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A ajuda profissional é essencial para os casos de distimia

Diferentemente da depressão, na qual os sintomas são facilmente notados; a confirmação da distimia é mais sutil. Afinal, as principais características do transtorno parecem comuns (como se fossem traços da personalidade da pessoa), dificultando a avaliação do médico e a própria noção do paciente de que precisa de ajuda.

Para evitar que o transtorno se torne uma depressão maior, é fundamental contar com o apoio médico assim que os primeiros sintomas surgirem. Os diagnósticos desses pacientes são feitos por meio de relatos, conversas e observações feitas pelo especialista.

O IMPI possui especialistas em diversas áreas como psicologia, psiquiatria, psicopedagogia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e nutrição. Portanto, marque uma consulta e enfrente a distimia com o apoio necessário.

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