Encontre seu profissional

Síndrome do Pânico: o transtorno de ansiedade que desperta crises de medo

21 de fevereiro de 2019
Síndrome do Pânico: o transtorno de ansiedade que desperta crises de medo

A síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade que provoca ataques recorrentes de medo irracional e intenso. Essa síndrome precisa de tratamento, pois quando agravada, pode trazer doenças mais graves para a pessoa, como o surgimento de uma depressão.

As causas relacionadas ao transtorno ainda são desconhecidas, o que está definido é que ele atinge ambos os sexos (sendo mais comum em mulheres) e os sintomas começam a se manifestar antes dos 25 anos. Uma das principais complicações da síndrome do pânico é a sua imprevisibilidade, pois as crises podem ocorrer sem nenhum motivo que as justifiquem.

VEJA TAMBÉM: Como a arte pode ajudar na luta contra a depressão

O medo de sentir medo é um dos sintomas do transtorno

Os ataques de pânico oriundos da síndrome acontecem sem aviso prévio, em qualquer período do dia e qualquer situação. Por exemplo, é possível uma crise durante o trânsito, uma reunião de trabalho, ou até mesmo em situações menos estressantes, como passeios ou em uma noite de sono. O pico dos ataques dura, normalmente, entre 10 a 20 minutos, mas esse tempo pode variar de acordo com a pessoa e a intensidade da crise.

O ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco, portanto é importante entender os seus sintomas, que são os seguintes:

  • Sensação de perigo iminente;
  • Medo de perder o controle;
  • Medo da morte ou de uma tragédia iminente;
  • Sentimentos de indiferença;
  • Sensação de estar fora da realidade;
  • Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto;
  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia;
  • Sudorese;
  • Tremores;
  • Dificuldade para respirar, falta de ar e sufocamento;
  • Hiperventilação;
  • Calafrios;
  • Ondas de calor;
  • Náusea;
  • Dores abdominais;
  • Dores no peito e desconforto;
  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Desmaio;
  • Sensação de estar com a garganta fechando;
  • Dificuldade para engolir.

Sendo assim, essas características do transtorno criam a pior sensação para o paciente: o constante medo de sentir medo.

As crises de medo paralisam a vida do paciente

As crises de pânico podem alterar o comportamento da pessoa afetada em casa, na faculdade ou no trabalho. Após enfrentar o primeiro ataque, o indivíduo passa a se desesperar com a iminência de uma nova crise, sem saber quando e onde ela poderá acontecer. Dessa forma, uma forte sensação de ansiedade e insegurança começa a se desenvolver na pessoa.

VEJA TAMBÉM: Esquizofrenia: o complexo transtorno psicótico que exige tratamento para a vida toda

Evite que a síndrome do pânico vire uma depressão com apoio profissional

Uma das principais formas de lidar com a síndrome do pânico é a psicoterapia. Com essa modalidade, é possível trabalhar com os aspectos inconscientes que provocam a doença, minimizando as crises. Dessa forma, à medida que o paciente retoma a confiança em si mesmo, a cura do pânico se desenvolve, muitas vezes, sem haver necessidade da intervenção medicamentosa e sem desenvolver um quadro depressivo no paciente.

O IMPI possui especialistas em diversas áreas como psicologia, psiquiatria, psicopedagogia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e nutrição. Portanto, agende uma consulta e evite que as crises de pânico provoquem uma crise de depressão.

Postado em Blog, Página Inicial